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Tubiba

Nome científico: Scaptotrigona tubiba

Nomes populares: Tubiba, Tapiaçu, Tapiçuá, Tubi e Tubim

Ocorrência: A abelha Tubiba é encontrada em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul, em São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina.

Morfologia: Essa espécie possui coloração negra e brilhante, com as asas amarelass e o abdômen negro, sem pontos ou listras.

Ninho: A entrada do ninho da abelha Tubiba não possui funil, sendo somente uma pequena ponta de cêrume. Em muitos casos ela é confundida com a abelha Canudo, que é morfológicamente igual, porém constrói um Canudo na entrada. Essa espécie não fecha a entrada à noite, como algumas meliponas o fazem. Os favos de cria são construídos helicoidalmente, mas também podem ser construídos horizontalmente. Há construção de células reais. O invólucro de cerume, que envolve o favo de cria, é pouco desenvolvido em relação as outras espécies de abelhas sem ferrão. Os potes de alimento, mel e pólen, podem atingir de 2,5 a 3,0 cm de altura e circundam o favo de cria. A colônia da Scaptotrigona bipunctata pode alcançar uma população de 2.000 a 50.000 abelhas.

Mel: Embora o seu pequeno porte, a Tubiba é considerada uma grande produtora de mel.

Comportamento: É uma abelha bastante agressiva que, ao ser ameaçada, solta um grude, principalmente nos cabelos, além de mordiscar a vítima com suas mandíbulas. Pode viajar mais de 1 km à procura de uma nova morada: caixas de madeira velha, ocos em arvore e muros. Essa espécie concentra suas atividades pela manhã, evitando forragear nas horas mais quentes do dia.

Fontes: Embrapa, CPT, USP, WebBee e Wikipédia

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