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Borá

Nome científico: Tetragona clavipes

Nomes populares: Jataizão, Vorá e Cola-Cola

Ocorrência: A abelha Borá é encontrada no Acre, no Amazonas, no Amapá, na Bahia, no Espírito Santo, em Goiás, no Maranhão, em Minas Gerais, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, no Pará, no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Morfologia: O corpo da abelha Borá é alongado, com coloração marrom-escura. Possui as asas mais longas que a extensão do corpo. Lembra bastante a abelha Jataí, só que é maior. Daí também receber o nome de Jataizão.

Ninho: Não há canudo ou pito na entrada do ninho como ocorre com as outras meliponas. A entrada do ninho não é muito grande e possui, em seu redor, camadas não muito espessas de própolis endurecido. Os potes de mel e pólen são de tamanho médio, em torno de 3 centímetros de altura. As células de cria encontram-se construídas, em forma helicoidal (caracol), e são revestidas com um invólucro de cerume, mais ou menos regular. é uma espécie que possui células reais. O tamanho das colônias é médio ou grande.

Mel: O mel da Borá é bastante apreciado, embora seja um pouco azedo.

Comportamento: Diz a lenda que Borá é uma substância amarela e amarga encontrada nos ninhos dessa abelha, possivelmente por se notar grande quantidade de samora, saburá (pólen), armazenada por esta abelha.

Fontes: Embrapa, CPT, USP, WebBee e Wikipédia

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